terça-feira, 9 de agosto de 2016

Gosto de pessoas assim





Você já percebeu que em alguns momentos da vida, a única alternativa à sua frente é desistir?
Pois é, mas sabe aquela pessoa que está sempre ao seu lado pra te dar apoio e dizer essa frase: "Não Desista!"
Gosto de pessoas assim, que acreditam na gente e que querem nos ver avançar.
Talvez nesses meus 35 anos eu tenha conhecido poucas pessoas que realmente disseram de todo coração pra eu não desistir, mas que quando disseram foi pra valer.

Sei que muitas vezes não é fácil; quando temos um objetivo a alcançar, têm tantas pedras no caminho que parece que chegou o fim.

E hoje quero falar sobre aliviar a bagagem no percurso.
E quero contar uma experiência pessoal (como sempre) para isso.

Algumas vezes eu tive que desistir de coisas que não estavam dando certo e me frustrei. A frustração foi tão grande que eu praticamente joguei tudo para o alto, mesmo não querendo. Joguei pro alto o que estava acontecendo de ruim e o que estava acontecendo de bom foi junto.
Mas isso também serviu como lição.


Quem me acompanha sabe que há um ano eu estou trabalhando em casa, antes eu tinha um ateliê junto com a minha mãe, ou melhor, eu me agreguei ao ateliê de tantos anos da minha mãe.
Tive que praticar o desapego quando vi a casa da minha vó sendo demolida e com ela tantas lembranças boas, da infância e dos 3 anos de ateliê naquele lugar.
Nesse um ano trabalhando em casa, eu também precisei aprender a ficar mais tempo sem conversar e sem ver gente o tempo todo, afinal, o ateliê era bem movimentado.
Mas nem por um momento eu  pensei em desistir da minha profissão que eu gosto tanto.
Porém, nesses anos todos, eu fui agregando coisas ao meu trabalho que me eram importantes e lucrativas: a abertura da empresa, as lojas virtuais, a página no Facebook, vender com cartão de crédito, pagar impostos, etc.
E  trabalhando em casa, algumas coisas foram se tornando obsoletas e eu já havia aberto mão de uma parte delas, como a maquininha de cartão, por exemplo...
Agora, chegou a hora de aliviar a bagagem mais uma vez e eu estou abrindo mão de uma das minhas lojas virtuais, a minha loja na Divitae.
E porque eu digo aliviar a bagagem? 
Eu gerencio todas as minhas mídias sociais sozinha: Facebook, Instagram, loja no Elo 7, blog, canal no YouTube(novinho e com pouco conteúdo, exatamente por falta de tempo)
Todas as vezes que eu preciso cadastrar um produto, eu preciso pensar no texto, preço, tags...
E de uns tempos pra cá, apesar da boa colocação nas buscas do Google, a minha loja na Divitae não estava me dando nenhum retorno.
Você que me conhece há um bom tempo sabe que eu tenho o costume de divulgar o meu nome atrelado à plataforma por onde eu vendo e fazer propaganda junto. Sabe também que eu não tenho problema algum em falar do que eu gosto do que eu uso sem ganhar nada em troca, porque se é bom a gente quer que as pessoas conheçam.
E sim, a Divitae é uma ótima plataforma pra quem quer divulgar o trabalho como algo independente. Independente de concorrência, independente de comissão, independente de qualquer outra coisa.
Aproveita e vai lá ver se o formato de loja virtual da Divitae se encaixa no que você precisa www.divitae.com.br

Mas apesar de ser boa para outras pessoas, não estava sendo boa pra mim. Pra que eu conseguisse apoio de divulgação mais efetiva, eu precisaria pagar por um novo plano que eu não podia pagar no momento. E só a minha divulgação pessoal não estava me levando às vendas. Um dos motivos para isso era que o meu estilo de venda, que é sob encomenda, dificulta o desempenho do meu público no momento da compra.
Por esses motivos e outros pessoais que nada têm a ver com a plataforma, chegou a hora de dar tchau para essa loja que eu cuidei com tanto carinho ao longo desses 3 anos em que ela esteve no ar.

E foi em um momento que não houve uma pessoa sequer que me dissesse como eu disse ali em cima: Não Desista.
Acredito com isso que, de verdade, chegou a hora de encerrar.

Como estou falando sobre aliviar a bagagem, quero terminar dizendo que quando estamos caminhando rumo a um objetivo, devemos focar no que mais importa. E não olhar com frustração para aquilo que não está dando certo, como se o que não está dando certo fizesse parte do todo.
Portanto, mesmo que você precise abrir mão de alguma coisa que parece ser muito especial e muito importante na sua caminhada, foque no seu objetivo principal.
E meu objetivo principal com o biscuit é oferecer um trabalho de qualidade que leve alegria por onde meu trabalho chegue. É fazer com que eu tenha um retorno não apenas lucrativo, mas a satisfação de saber que deixei meus clientes felizes.
E principalmente fazer com que quem me procura me encontre, ainda que pra isso eu precise abrir mão de algumas formas de ser encontrada.

Também quero dizer que essas decisões foram tomadas debaixo de oração e não foram da noite para o dia, foram meses estudando se seria viável ou não.

Obrigada pelo carinho de você que me acompanha. Sempre que precisar dos meus serviços, você poderá me encontrar aqui pelo blog, 
na minha loja no Elo 7 www.tatimerinobiscuit.elo7.com.b
no Facebook: Tati Merino Biscuit
no Instagram: @tati.merino
por telefone 11 3923-3999

Deus te abençoe, obrigada pelo carinho






quinta-feira, 28 de julho de 2016

Nossa vida é como um quebra-cabeça


Eu sou o tipo de pessoa que quando eu cismo com um  joguinho só jogo ele.


E esse quebra-cabeça das imagens é  joguinho da vez.
Acontece que tudo me faz pensar e me leva pra ideias que talvez eu não tivesse se estivesse fazendo outra coisa naquele momento.
Temos vivido sob crise no nosso país, por este motivo temos que reinventar todos os dias.
Temos que ser criativos além da conta.
E esse joguinho tem feito eu pensar sobre o assunto de uma forma bem prática.
Eu jogo o modo relaxamento que é bem tranquilo, até uma criança pequena consegue jogar.
Mas algumas fases são um pouquinho mais chatas. E a lógica de descer ou subir as peças para poder liberar a saída da peça vermelha, algumas vezes requer ir pra esquerda, depois pra direita, subir, descer, dar espaço pra uma peça que ainda será trocada de lugar. E de repente, o espaço é aberto e a pecinha vermelha consegue sair.
O problema é que estamos acostumados com o convencional. Sabe aquela coisa da Chapéuzinho Vermelho que pega o caminho mais curto pra chegar na casa da vovó?
Pois é, em vez de sentarmos, pensarmos, avaliarmos possibilidades, tentamos do jeito que parece ser o mais fácil, o que na maioria das vezes não é o melhor jeito.
Aí o tempo que seria economizado com o "encurtamento do caminho" acaba sendo gasto tentando consertar as coisas.
No momento que fui printar a tela pra postar, eu terminei de abrir o caminho e cliquei no vermelho antes do print. Passei de fase sem conseguir fazer o que precisava. Precisei começar tudo de novo e tentar lembrar todos os movimentos que havia feito para poder chegar no objetivo que era mostrar a peça liberada.
A precipitação também se torna um inimigo quando temos um objetivo, isso não é nada bom.
Com tudo isso, precisamos ter foco no que queremos fazer e sermos determinados para alcançar o nosso objetivo. Mesmo que pareça que o caminho que o outro percorre é mais curto para o sucesso, nós não conhecemos esse caminho e nem sabemos quanto o outro já percorreu para chegar onde está.
Precisamos focar em nós mesmos e naquilo que queremos para chegar em um objetivo maior que é alcançar o que planejamos de forma bem sucedida.
Tenho aprendido com isso e muito provavelmente ainda falta muito pra eu chegar no objetivo que desejo, mas a cada pecinha vermelha liberada é uma fase que eu passo e venço. No jogo, na vida e nas experiências que vou adquirindo no caminho.
Use o que te ensinam, pegue todas as dicas que puder, mas percorra o seu caminho, sem atalhos, assim você estará todos os dias um pouquinho mais perto de conquistar seu objetivo.

Irmãos, quanto a mim, não julgo que o haja alcançado; mas uma coisa faço, e é que, esquecendo-me das coisas que atrás ficam, e avançando para as que estão diante de mim,
Prossigo para o alvo, pelo prêmio da soberana vocação de Deus em Cristo Jesus.
Filipenses 3:13,14


Joguinho Unblock Me Free


Deus abençoe
Beijinhos da Tati



quarta-feira, 27 de julho de 2016

Medo de virar meme



O termo Meme de Internet é usado para descrever um conceito de imagem, vídeo e/ou relacionados ao humor, que se espalha via Internet. O termo é uma referência aoconceito de memes, que se refere a uma teoria ampla de informações culturais criada por Richard Dawkins em 1976 no seu livro The Selfish Gene.

Meme (Internet) – Wikipédia, a enciclopédia livre

https://pt.wikipedia.org/wiki/Meme_(Internet)


Fazem alguns dias, ou faz alguns dias? Não sei, me respondam rsrsrs
Há alguns dias comecei a pensar em escrever sobre esse tema.
Tudo começou porque eu li uma publicação de uma pessoa elogiando uma outra artesã do ramo do biscuit e em meio aos elogios ela dizia que procurava por produtos de um determinado tema e só achava coisa bizarra.
Aí comecei a imaginar que coisa bizarra a gente faz piada, tira sarro, né?
Pois é, então, comecei, a imaginar que se eu faço alguma coisa "bizarra mesmo" ela pode virar meme.
Eu nem coloquei uma imagem de alguma peça de biscuit minha nessa publicação porque vai que... né?

To falando disso porque é assim tem muita coisa que os clientes gostam pra caramba, ficam mega felizes, mas que eu não gosto taaanto assim, fico super insegura...
Sabe aquela coisa de avaliação do Master Chef? Quanto mais segura a pessoa tá, pior fica a comida?
Comigo é ao contrário: quanto mais insegura eu fico, trabalho melhor porque quero ME superar. Com ênfase no me, porque é mais importante eu superar a mim mesma do que competir com os outros.

E sobre eu às vezes não gostar tanto, tem produtos que na hora que eu termino eu odeio, simplesmente tenho vergonha até de olhar pra ele. Mas depois de um tempo me apaixono e aí não importa se as outras pessoas gostaram ou não.
Por outro lado, tenho fotos de produtos que eu fiz, na época gostei, satisfez o gosto do cliente, mas hoje nem posso olhar a foto. E quando preciso mostrar prefiro pular essa parte. Porque tenho vergonha e medo de ser zuada. kkkkkkk
Sim, eu passo por isso. E imaginem vocês se além de ser zuada eu viro meme? Não quero ficar faosa sendo meme!

Por isso, se você vir, aqui ou em outro lugar algum trabalho meu que pareça bizarro, me avise! Assim eu não viro meme com aquele trabalho.


Publicação curtinha só pra descontrair.
Deus te abençoe, beijinhos da Tati



As imagens utilizadas são o meu avatar do aplicativo "Bitmoji"

terça-feira, 19 de julho de 2016

quinta-feira, 14 de julho de 2016

Porta de maternidade à venda




Proibido fotografar



Esses dias eu estava conversando com o meu marido sobre a questão da originalidade e da criatividade.
Já falei algumas vezes sobre isso aqui, mas tenho mais conteúdo sobre esse assunto e sempre surgem mais coisas.
Pois bem, a conversa girava em torno do fato de que às vezes eu crio ou elaboro uma peça a partir de uma ideia minha ou que a cliente mandou. Sem foto, só a ideia, baseada num trabalho meu.
Posto na internet, tem um impacto significativo, bastante pessoas perguntando sobre aquele produto.
Mas pra minha surpresa, nem termino de fechar encomendas direito e quando vejo um monte de gente já tá fazendo igual.

Hoje, tem muita gente no YouTube ensinando a fazer peças artesanais e tem muita gente legal pra gente se inspirar. Mas no ramo do artesanato tem dois tipos de pessoas:

1. as pessoas que ensinam, vendem seus materiais, são patrocinadas por empresas que fabricam os produtos e indicam esses produtos, pra isso, elas querem que a gente as siga e façamos o que elas ensinam.
Eu sigo várias e acompanho mais de perto algumas que eu gosto e admiro. E quando vejo uma peça que eu gosto de verdade, eu aproveito a ideia, faço e adapto para o que eu vou usar.
Geralmente quando eu faço isso, eu posto no Instagram (@tati.merino) e marco a artesã que ensinou.

2. as pessoas que vendem seus produtos
As pessoas que trabalham com a venda da peça e não ensinam, elas dedicam seu tempo criando, elaborando ideias, buscando originalidade, buscando mostrar coisas novas ao seu consumidor final, que é a pessoa que vai comprar a peça de biscuit que ela fez. Essas pessoas geralmente não gostam de ter suas peças copiadas.


Eu não vejo problema nenhum em aproveitarmos as ideias de outras pessoas, ou adaptar um produto que um cliente pediu.
Mas dando um toque especial e uma característica pessoal ao trabalho.

O que acontece é que se você coloca seu nome vinculado àquilo que você faz, a maioria dos seus seguidores serão pessoas do seu ramo, tentando ver o que você está vendendo pra fazer igual.

Quando eu comecei a vender pela internet, os produtos que eu vendia não tinha ninguém vendendo e quando tinha era maior e mais caro. Por este motivo, eu vendia mais. Depois de um tempo, as pessoas começaram a descobrir que aquilo vendia e faziam também, o que aumentou a concorrência.

Meu objetivo com essa publicação não é ser chata como vejo por aí, pessoas mais preocupadas em escrever : PROIBIDO CÓPIA em vez de atender seus clientes.
Meu objetivo é estimular você a aproveitar as ideias, tanto de quem está ensinando, de forma gratuita ou paga, mas buscar ideias originais que irão fazer com que você cresça na sua atividade por você.
O que vai te diferenciar não é você fazer melhor ou mais bonito algo que alguém já fez, mas você fazer algo que veio de dentro de você, da sua própria criatividade.
Isso além de te ajudar a se destacar no mercado, vai fazer com que você se sinta mais feliz com o que faz.

E se você é uma daquelas pessoas que segue pessoas do seu ramo só pra copiar, tente fazer diferente, tente ser diferente. Admire o trabalho do outro, mas procure ser criativo.
Você não é proibido de copiar minhas coisas, já falei sobre isso aqui no blog, tem espaço pra todo mundo. Mas queira conquistar o seu espaço e não tomar o espaço do outro.

Deus te abençoe
beijinhos da Tati