segunda-feira, 27 de março de 2017

Cavalinhos no palito

Bom diaaaaaa
Quem lembra o dia que eu postei a foto do bombeiro e disse que ia contar sobre o que eu tava falando quando postasse a foto dos cavalinhos?
Chegou o dia de mostrar os cavalinhos e contar sobre o que eu tava pensando aquele dia.
Pra refrescar sua memória, eu comecei a postagem contando que eu tinha me perdido na rua, em um lugar que eu sempre vou. Assunto que não tinha nada a ver com o bombeiro, mas nesse mesmo dia, eu estava trabalhando nesses cavalinhos e pensando sobre as peças que eu já fiz.
Esses cavalinhos a cliente me pediu pra fazer com uma estrutura comprida e eu tive a ideia de usar essas varetas que uso pra colocar dentro dos bichinhos pra dar sustentação.
Eu já vi algumas vezes elas serem usadas pra segurar bexigas em festa infantil.
O modelo do cavalinho na base (que é um botão de roupa), eu tirei dos meus modelos de enfeite de cuia que eu fiz bastante para uma cliente ano passado e fizeram o maior sucesso.
Agora, sobre o que eu estava pensando aquele dia:
Estava pensando sobre as coisas mais diferentes que eu já fiz.
O top 1 da lista foi um coração humano que eu já devo ter postado aqui. Foi tão desafiador que eu e a minha mãe fizemos, mas além de um me pediram outro. Hehehe
E enquanto eu lembrava do coração humano comecei a lembrar das minhas clientes de início, uma delas foi a cliente do bombeiro que fez para presentear um amigo que ia se formar.
Ah e tudo isso porque eu achei que esses cavalinhos devem entrar pra lista de coisas diferentes e que eu nunca pensaria em fazer, mas que teve um resultado muito positivo pra mim. Espero que pra cliente também tenha :)
Acredito que muitos não irão ler até o fim e que o texto talvez não tenha pé nem cabeça, mas eu fiquei devendo uma explicação e aqui está ela rsrs


quinta-feira, 16 de março de 2017

Se perdendo no caminho

Hoje de manhã eu fui em um lugar que eu sempre vou (sempre mesmo), já fui algumas vezes sozinha, mas na maioria das vezes meu marido me leva ou vai junto comigo. Pois bem, saí no horário certo de casa só que desci um ponto antes achando que ia ganhar tempo. No entanto, esse foi meu erro, eu literalmente me perdi na rua, em um lugar que estou acostumada a ir.
Eu acho que estava com a cabeça em outro lugar. Aí to aqui pensando que as vezes a gente fica perdido porque acha que usar uma estratégia diferente vai fazer as coisas serem mais práticas, porém, contradizendo o que eu disse no post anterior, sem ser contraditória, em alguns momentos é muito importante manter o roteiro original para que as coias funcionem.
Se eu tivesse descido no ponto certo, não precisaria ficar andando de um lado pro outro, porque eu desceria em frente à rua que eu ia, mas quis inventar.
No biscuit não é diferente, por isso que há alguns anos eu insisto e trabalho com os mesmos modelos de bichinhos e evito criar ou copiar algum modelo que fuja daquele. Por falar nisso, ontem mesmo, eu estava fazendo um bichinho a partir de uma foto e demorou um tempão pra sair do jeito que eu queria e não ficou igual à foto.
A gente tem que sair do lugar comum sim, pra se aperfeiçoar e fazer melhor, mas nunca pra se perder no caminho.
A foto? Bem, ela não tem nada a ver com o texto, é sobre outro assunto, mas que eu conto quando postar a foto dos cavalinhos no palito.
Ela é só para o #tbt de hoje num post #tudojuntoemisturado


terça-feira, 14 de março de 2017

Lugar incomum

Tava aqui procurando foto e pensando sobre atuar no lugar comum.
Essa boneca eu comprei um DVD pra aprender a fazer e precisei montar em dois dias na época. Tempo que não dá pra secar o suficiente, então ela ficou curvada pra frente.
Ontem eu estava conversando com uma pessoa sobre umas fotos que mandei pra ela de um trabalho anterior a isso e percebi o quanto foi importante me render a algumas técnicas para melhorar a minha modelagem.
O lugar comum é confortável quando a gente não precisa sair dele e pode realizar as mesmas tarefas do mesmo jeito. Mas quando a gente precisa ir além, precisamos nos render a aprender e a colocar em prática com muito mais interesse e dedicação. No fim, o resultado é extraordinário.
O mais legal é que depois disso a minha modelagem nunca mais foi a mesma e todos os dias eu aprendo um pouquinho mais, porque quanto mais eu aprendo mais eu acho que eu não sei nada. E se você pensa que isso é negativo, não é não! Porque quanto mais você se empenha, melhores as coisas ficam



domingo, 5 de fevereiro de 2017

Festa na Lage (Festa da Tati)

Semana passada (28/1) foi aniversário da minha amiga Tatiane.
Era pra ser festa surpresa, mas as coisas mudaram totalmente no meio do caminho.
Ela ficou sabendo da festa, mas não da surpresa.
O tema foi Minnie Vermelha.
Planejamos tudo com muito carinho, principalmente as amigas doidas (eu, a Ariana e a Lucimara)
A festa foi na "lage" da Ariana e é sobre isso que eu quero falar hoje.
Estamos acostumados a ver festas mega produzidas, com muitas luzes, movimentos, vídeos de retrospectiva, brinquedos eletrônicos; esquecemos que o melhor de uma festa é reunir pessoas que amamos e com quem queremos compartilhar nossas melhores alegrias.
Hoje eu estava fazendo almoço e pensando a respeito da "carne louca".
Isso mesmo, aquela carne deliciosa bem temperadinha, desfiada que tinha em todas as festas de criança dos anos 80.
A gente já ia pra festa pensando em comer coxinha e pão com carne louca. Sem contar o pão com patê, o barquinho de maionese, os canudinhos e os docinhos que as crianças passavam a tarde toda ajudando a mãe a enrolar. E o refrigerante, lembram das garrafinhas de vidro enfeitando a mesa com a "língua" do tema da festa?
Eu sou dessa época e acho que é por isso que eu gosto tanto de "colocar a mão na massa" toda vez que alguém me fala: "Vai ter festa"
Sim, eu amo produzir, decorar, encher bexiga, fazer enfeitinhos, separar as fotos pra retrospectiva ou pra colocar em alguma parte da festa.
Gosto mesmo dessas festas que a gente participa, faz as coisas, se envolve do começo ao fim.
Eu acho lindas as mesas super produzidas dos buffet's chiques, acho lindo, mas prefiro a "festa na lage", as risadas altas, as conversas, a intimidade e o carinho da informalidade.
Gosto de "tentar" pegar um docinho antes do parabéns, só pra ver como as pessoas reagem. (ou de ver alguém fazendo isso rsrs)
Gosto das brincadeiras na hora do parabéns, de oferecer o primeiro pedaço de bolo pra pessoa mais importante da vida, mesmo que tenhamos muitas pessoas importantes na vida e muitos primeiros pedaços de bolo em um único aniversário.
Gosto de festa caseira, feita com simplicidade, mas cheia de amor.
Um amor que você pode encontrar sim, no empenho de uma festa super produzida, mas que fica muito melhor quando está só com os mais íntimos e com quem realmente se merece estar.
Vamos resgatar a carne louca, o docinho enrolado pelas crianças, o som meio esquisito porque não é o melhor som de festa, as fotos coladas na parede, a festa na lage.
Porque o importante mesmo nessa vida é ser feliz. E a gente só pode ser feliz perto de quem a gente realmente gosta.
E você? Qual seu tipo de festa favorita?

Atualizado: se você quiser matar a saudade dessa época de festas tão divertidas dá uma olhada nessa matéria do BuzzFeedb clicando aqui
Abaixo, você encontra as fotos que tiramos do celular porque a esperteza aqui levou a câmera, mas esqueceu o cartão de memória.
Deus abençoe
Beijinhos da Tati










segunda-feira, 2 de janeiro de 2017

Pote de bênçãos


Já vi algumas pessoas falando sobre esse pote e esse ano resolvi fazer.
Na verdade, eu vou usar um copo que ganhei, ele é para colocar foto e no lugar da foto veio com várias frases de motivação.
Decidi não trocar as mensagens de motivação por foto e usá-lo como pote de bênçãos em vez de usar para bebidas.
Aí que eu gostei tanto da ideia que resolvi fazer esses para presentear algumas pessoas.
Fiz 5 potes e o primeiro levei para a casa da minha mãe, como presente de ano novo para a família.
Esses outros eu ainda vou entregar.
Tinha pensado em comprar alguns potes, mas eu tinha esses, decorei com biscuit e achei que ficaram muito fofos.
A ideia é você registrar as pequenas e grandes bênçãos recebidas e colocar os papeizinhos dentro do pote. No fim do ano você abre para ler e descobre que foi muito mais abençoado do que consegue lembrar.
Eu coloquei também uma mensagem dentro, junto com papéis coloridos, para serem usados para escrever as bênçãos.

Fica aí uma sugestão pra você fazer só ou com a família.
Ah! Não se esqueça de agradecer a Deus, pois cada uma das bênçãos vem dEle.

Deus abençoe e um lindo 2017 pra você e sua família.





Se você se inspirar e fizer seu pote de bênçãos, depois volta aqui pra me contar sua experiência, tá?
Beijinhos da Tati


segunda-feira, 26 de setembro de 2016

Não te convidei porque..



Vamos falar de ética na hora de convidar as pessoas.
Já falei aqui sobre quem você deve convidar para a sua festa (Leia aqui)
Aí que hoje eu estava pensando sobre a questão do não convidar e fiquei focada em algo que já falei na outra matéria, mas que quero dar um toque mais pessoal: "Não te convidei porque você não tem criança"

Eu acredito que eu já devo ter deixado de ser convidada pra muita festa porque não tenho criança (ainda).
Pois é, mas provavelmente esse monte de festa não foi tão importante pra mim, porque eu nem sei listar.

Já falei aqui algumas vezes que eu trabalho com crianças na igreja. Atualmente estou trabalhando em uma igreja que conheço bem pouco as pessoas de uma forma mais íntima a ponto de ser convidada para uma festa, mas isso é uma realidade isolada, porque na medida que sou próxima da família e da criança, automaticamente a própria criança requer a minha presença na sua festa. Sim, já recebi o primeiro pedaço de bolo de crianças com quem eu convivi por algum tempo.

E é disso que quero tratar aqui.

Alguns pais, selecionam a lista de convidados de acordo com a sua possibilidade financeira, proximidade/afinidade, família, amigos com filhos, etc.
Aí sobram os amigos queridos que não têm filhos (ou ainda ou por opção mesmo) e os solteiros.

Como lidar com isso?
Se você tem intimidade com a pessoa a ponto de achar que pode deixá-la de fora da lista de convidados porque "ela vai entender", você não deve deixar de fora.
Você deve olhar para a sua lista e reformulá-la de modo que deixe de fora aquelas pessoas pra quem você nem pensaria em dar satisfação, porque essas realmente não serão importantes na sua festa.
Você deve olhar novamente e tirar da sua lista aquela pessoa que daria o melhor presente, mas de quem o seu filho nem gosta tanto e você sabe que se não for não fará falta.
Você deve dar mais uma olhadinha na sua lista e tirar aquela vizinha, colega de trabalho, prima distante que você está convidando só porque tem crianças, mas que não faz parte do dia a dia do seu filho.

E finalmente, você deve colocar na sua lista as pessoas que fazem parte da vida do casal e da criança; essas têm que estar independente da condição financeira, se tem filhos ou não.
Afinal de contas, quando se faz uma festa de aniversário é para celebrar a vida da criança e os presentes são apenas consequência disso, pois se fosse diferente, o dinheiro investido na festa poderia ser para comprar os tais presentes que supostamente seu filho ganharia.

Por isso, não hesite em convidar aquela amiga, aquele casal, aquele colega do marido só por falta de filhos.
Não hesite em convidar a moça que ajuda na limpeza, aquela babá que já não trabalha mais pra família, mas que nunca perdeu o contato porque tem um carinho grande pelo seu filho.

E deixe pra lá aquelas pessoas que não fariam falta mesmo.

Pense nisso.
Fica a dica.
Com carinho
Deus abençoe
Tati Merino