quinta-feira, 28 de julho de 2016

Nossa vida é como um quebra-cabeça


Eu sou o tipo de pessoa que quando eu cismo com um  joguinho só jogo ele.


E esse quebra-cabeça das imagens é  joguinho da vez.
Acontece que tudo me faz pensar e me leva pra ideias que talvez eu não tivesse se estivesse fazendo outra coisa naquele momento.
Temos vivido sob crise no nosso país, por este motivo temos que reinventar todos os dias.
Temos que ser criativos além da conta.
E esse joguinho tem feito eu pensar sobre o assunto de uma forma bem prática.
Eu jogo o modo relaxamento que é bem tranquilo, até uma criança pequena consegue jogar.
Mas algumas fases são um pouquinho mais chatas. E a lógica de descer ou subir as peças para poder liberar a saída da peça vermelha, algumas vezes requer ir pra esquerda, depois pra direita, subir, descer, dar espaço pra uma peça que ainda será trocada de lugar. E de repente, o espaço é aberto e a pecinha vermelha consegue sair.
O problema é que estamos acostumados com o convencional. Sabe aquela coisa da Chapéuzinho Vermelho que pega o caminho mais curto pra chegar na casa da vovó?
Pois é, em vez de sentarmos, pensarmos, avaliarmos possibilidades, tentamos do jeito que parece ser o mais fácil, o que na maioria das vezes não é o melhor jeito.
Aí o tempo que seria economizado com o "encurtamento do caminho" acaba sendo gasto tentando consertar as coisas.
No momento que fui printar a tela pra postar, eu terminei de abrir o caminho e cliquei no vermelho antes do print. Passei de fase sem conseguir fazer o que precisava. Precisei começar tudo de novo e tentar lembrar todos os movimentos que havia feito para poder chegar no objetivo que era mostrar a peça liberada.
A precipitação também se torna um inimigo quando temos um objetivo, isso não é nada bom.
Com tudo isso, precisamos ter foco no que queremos fazer e sermos determinados para alcançar o nosso objetivo. Mesmo que pareça que o caminho que o outro percorre é mais curto para o sucesso, nós não conhecemos esse caminho e nem sabemos quanto o outro já percorreu para chegar onde está.
Precisamos focar em nós mesmos e naquilo que queremos para chegar em um objetivo maior que é alcançar o que planejamos de forma bem sucedida.
Tenho aprendido com isso e muito provavelmente ainda falta muito pra eu chegar no objetivo que desejo, mas a cada pecinha vermelha liberada é uma fase que eu passo e venço. No jogo, na vida e nas experiências que vou adquirindo no caminho.
Use o que te ensinam, pegue todas as dicas que puder, mas percorra o seu caminho, sem atalhos, assim você estará todos os dias um pouquinho mais perto de conquistar seu objetivo.

Irmãos, quanto a mim, não julgo que o haja alcançado; mas uma coisa faço, e é que, esquecendo-me das coisas que atrás ficam, e avançando para as que estão diante de mim,
Prossigo para o alvo, pelo prêmio da soberana vocação de Deus em Cristo Jesus.
Filipenses 3:13,14


Joguinho Unblock Me Free


Deus abençoe
Beijinhos da Tati



quarta-feira, 27 de julho de 2016

Medo de virar meme



O termo Meme de Internet é usado para descrever um conceito de imagem, vídeo e/ou relacionados ao humor, que se espalha via Internet. O termo é uma referência aoconceito de memes, que se refere a uma teoria ampla de informações culturais criada por Richard Dawkins em 1976 no seu livro The Selfish Gene.

Meme (Internet) – Wikipédia, a enciclopédia livre

https://pt.wikipedia.org/wiki/Meme_(Internet)


Fazem alguns dias, ou faz alguns dias? Não sei, me respondam rsrsrs
Há alguns dias comecei a pensar em escrever sobre esse tema.
Tudo começou porque eu li uma publicação de uma pessoa elogiando uma outra artesã do ramo do biscuit e em meio aos elogios ela dizia que procurava por produtos de um determinado tema e só achava coisa bizarra.
Aí comecei a imaginar que coisa bizarra a gente faz piada, tira sarro, né?
Pois é, então, comecei, a imaginar que se eu faço alguma coisa "bizarra mesmo" ela pode virar meme.
Eu nem coloquei uma imagem de alguma peça de biscuit minha nessa publicação porque vai que... né?

To falando disso porque é assim tem muita coisa que os clientes gostam pra caramba, ficam mega felizes, mas que eu não gosto taaanto assim, fico super insegura...
Sabe aquela coisa de avaliação do Master Chef? Quanto mais segura a pessoa tá, pior fica a comida?
Comigo é ao contrário: quanto mais insegura eu fico, trabalho melhor porque quero ME superar. Com ênfase no me, porque é mais importante eu superar a mim mesma do que competir com os outros.

E sobre eu às vezes não gostar tanto, tem produtos que na hora que eu termino eu odeio, simplesmente tenho vergonha até de olhar pra ele. Mas depois de um tempo me apaixono e aí não importa se as outras pessoas gostaram ou não.
Por outro lado, tenho fotos de produtos que eu fiz, na época gostei, satisfez o gosto do cliente, mas hoje nem posso olhar a foto. E quando preciso mostrar prefiro pular essa parte. Porque tenho vergonha e medo de ser zuada. kkkkkkk
Sim, eu passo por isso. E imaginem vocês se além de ser zuada eu viro meme? Não quero ficar faosa sendo meme!

Por isso, se você vir, aqui ou em outro lugar algum trabalho meu que pareça bizarro, me avise! Assim eu não viro meme com aquele trabalho.


Publicação curtinha só pra descontrair.
Deus te abençoe, beijinhos da Tati



As imagens utilizadas são o meu avatar do aplicativo "Bitmoji"

terça-feira, 19 de julho de 2016

quinta-feira, 14 de julho de 2016

Porta de maternidade à venda




Proibido fotografar



Esses dias eu estava conversando com o meu marido sobre a questão da originalidade e da criatividade.
Já falei algumas vezes sobre isso aqui, mas tenho mais conteúdo sobre esse assunto e sempre surgem mais coisas.
Pois bem, a conversa girava em torno do fato de que às vezes eu crio ou elaboro uma peça a partir de uma ideia minha ou que a cliente mandou. Sem foto, só a ideia, baseada num trabalho meu.
Posto na internet, tem um impacto significativo, bastante pessoas perguntando sobre aquele produto.
Mas pra minha surpresa, nem termino de fechar encomendas direito e quando vejo um monte de gente já tá fazendo igual.

Hoje, tem muita gente no YouTube ensinando a fazer peças artesanais e tem muita gente legal pra gente se inspirar. Mas no ramo do artesanato tem dois tipos de pessoas:

1. as pessoas que ensinam, vendem seus materiais, são patrocinadas por empresas que fabricam os produtos e indicam esses produtos, pra isso, elas querem que a gente as siga e façamos o que elas ensinam.
Eu sigo várias e acompanho mais de perto algumas que eu gosto e admiro. E quando vejo uma peça que eu gosto de verdade, eu aproveito a ideia, faço e adapto para o que eu vou usar.
Geralmente quando eu faço isso, eu posto no Instagram (@tati.merino) e marco a artesã que ensinou.

2. as pessoas que vendem seus produtos
As pessoas que trabalham com a venda da peça e não ensinam, elas dedicam seu tempo criando, elaborando ideias, buscando originalidade, buscando mostrar coisas novas ao seu consumidor final, que é a pessoa que vai comprar a peça de biscuit que ela fez. Essas pessoas geralmente não gostam de ter suas peças copiadas.


Eu não vejo problema nenhum em aproveitarmos as ideias de outras pessoas, ou adaptar um produto que um cliente pediu.
Mas dando um toque especial e uma característica pessoal ao trabalho.

O que acontece é que se você coloca seu nome vinculado àquilo que você faz, a maioria dos seus seguidores serão pessoas do seu ramo, tentando ver o que você está vendendo pra fazer igual.

Quando eu comecei a vender pela internet, os produtos que eu vendia não tinha ninguém vendendo e quando tinha era maior e mais caro. Por este motivo, eu vendia mais. Depois de um tempo, as pessoas começaram a descobrir que aquilo vendia e faziam também, o que aumentou a concorrência.

Meu objetivo com essa publicação não é ser chata como vejo por aí, pessoas mais preocupadas em escrever : PROIBIDO CÓPIA em vez de atender seus clientes.
Meu objetivo é estimular você a aproveitar as ideias, tanto de quem está ensinando, de forma gratuita ou paga, mas buscar ideias originais que irão fazer com que você cresça na sua atividade por você.
O que vai te diferenciar não é você fazer melhor ou mais bonito algo que alguém já fez, mas você fazer algo que veio de dentro de você, da sua própria criatividade.
Isso além de te ajudar a se destacar no mercado, vai fazer com que você se sinta mais feliz com o que faz.

E se você é uma daquelas pessoas que segue pessoas do seu ramo só pra copiar, tente fazer diferente, tente ser diferente. Admire o trabalho do outro, mas procure ser criativo.
Você não é proibido de copiar minhas coisas, já falei sobre isso aqui no blog, tem espaço pra todo mundo. Mas queira conquistar o seu espaço e não tomar o espaço do outro.

Deus te abençoe
beijinhos da Tati